Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

A SPEA LANÇA DESAFIO AOS AMANTES DA NATUREZA

 

A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) lançou um concurso de fotografia de natureza, designado por Rede Natura 2000 em Foto. Para além do seu carácter cultural, o objectivo desta acção é sensibilizar as pessoas para a importância das áreas protegidas que se inserem na Rede Natura 2000 em Portugal.

O concurso decorre entre 20 de Julho e 20 de Setembro e as fotos devem ser enviadas para natura2000.foto@spea.pt.

Os vencedores vão receber prémios da marca Pentax e irão ver as suas fotografias divulgadas. Para saber mais acerca da iniciativa vá a www.spea.pt.

publicado por Ambientudo às 15:51

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11 comentários:
De Luiz Domingos de Luna a 5 de Setembro de 2008 às 23:03
Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna

Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?
De luiz Domingos de Luna a 26 de Outubro de 2008 às 15:04
Onda que chora

Luiz Domingos de Luna
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História dos papéis
O mouse a demarcar
Palavras que somem
Mas que vão voltar

A tela da história
Um trabalho a postar
Um instante eterno
Que não vai durar

Tudo a voar
Sempre escrevendo
De um tempo correndo
Não pode parar

Vida sumida
Na abstração
Vida já vivida
Em outra ilusão

No útero da terra
Vai transformar
Onda que passa
A outro repassa
Sempre a chorar

De Luiz Domingos de Luna a 27 de Outubro de 2008 às 17:09
Transformação

Luiz Domingo de Luna
Procurar na web

Reguei uma planta
No meu jardim
Era um Jasmim
Beleza que encanta

Entre espim
Uma lagarta
Como uma carta
Vinha a mim

Toda enrolada
Comia clorofila
Plumagem colorida
De fogo chamada

Numa manhã florida
A lagarta sumiu
A borboleta me viu
Nos caminhos da Vida

Contemplando o chão
A asa em giro agitava
A Paisagem deixava
Na linha da imensidão

De Luiz Domingos de Luna a 27 de Outubro de 2008 às 17:13
O Gênio da Gravidade

Luiz Domingos de Luna
procurar na web

Cada tombo uma queda
O Ser vivo a equilibrar
Não pode escorregar
Uma altura que esfarela

Quem anda de avião
Já fica preocupado
Numa pane é jogado
Corpo sem vida no chão

Gravidade impiedosa
Sempre a puxar das alturas
Até às vezes, dá tonturas.
De queda assombrosa

Lá da montanha, um condor.
Voava tranquilamente
Num instante somente
Pensei que estivesse parado
Parado nas alturas
Está tudo errado
Cadê tua força, puxador?
Eu estava enganado
Não era um condor
Não era um planador
Era um simples beija-flor
Enganando a gravidade.

De Luiz Domingos de Luna a 27 de Outubro de 2008 às 17:18
Travessia

Luiz Domingos de Luna
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A Parede da mente
Está quebrada
No conflito da estrada
É reviravolta somente

Á águia está lá
A asa ferida
Sem guarida
Sempre a voar

A água agitada
Tem que passar
Furacão no ar
Força anulada

Na superfície a pisar
O mergulho da morte
É o único suporte
Que espera chegar

Tremulante momento
Uma chuva de vento
A águia a carregar
Rasteja na onda
Como uma lona
O espaço ganhar
A asa dobrada
Tão fatigada
A praia chegar
De Luiz Domingos de Luna a 27 de Outubro de 2008 às 17:25
Remoção

Luiz Domingos de Luna
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Qual a mensagem dos tempos de outrora?
se cada corpo já foi consumado,
ainda hoje está sendo transformado.
O modo do passado é o mesmo do agora.
A matéria se diz evoluida,
porque não vê o golpe da separação.
O lugar dos que foram é o mesmo
dos que vão
E assim a moda passa e fica a vida
É um estar na vida momentânea
que nos deixa e segue a caminhada
do passado fica só a malha armada
Para, que pena! - entrar os contemporâneos
As inteligências interrogam o mistério,
do mesmo modo que já foi interrogado
o futuro continuará a ser passado
os que chegarem, adotarão este critério
E o que se vê é uma fase remavida
que cada um de qualquer maneira leva
não se fala se tem ou não reserva
e assim vai o remo e fica a vida.


De Luiz Domingos de Luna a 27 de Outubro de 2008 às 17:29
Alma de Cupim

Luiz Domingos de Luna
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Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência

Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem

Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana

A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos

Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim

Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim

Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim

De Luiz Domingos de Luna a 16 de Novembro de 2008 às 19:22
Aquecimento Global

Luiz Domingos de Luna
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Sapo Dourado Panamenho
Da floresta americana
Beleza pura que emana
Da natureza em desenho

Amarelo, delgado e pulador.
Afilado, gentil e hospitaleiro.
Cantando no lindo desfiladeiro
Nos bosques um hino de amor

Predador do equilíbrio natural
No habitat rico dos pampas
Deslisa no declive das rampas
Numa felicidade sem igual

Dos rios, lagos e florestas.
Vaidoso no passeio matinal
Não vê o aquecimento global
Devorar sua história sua festa

O Fungo espera para atacar
O Planeta deu sinal de alerta
O fungo voa como uma flecha
O Sapo não vai mais cantar

Amarelo é a cor da atenção
Do sapo panamenho dourado
Da existência já foi tirado
Mais um ser em extinção




De Luiz Domingos de Luna a 24 de Dezembro de 2008 às 13:52
Gostaria de parabenizar a atitude dos administradores do site: http://ambientudo.blogs.sapo.pt/755.html?mode=reply#reply,que tão gentilmente, me cederam este espaço para a postagem de minhas poesias.
Grato,
Luiz Domingos de Luna

Aurora, Ceará.

De Luiz Domingos de Luna a 17 de Junho de 2009 às 16:22
O Blog
Livro Digital – Google.
Luiz Domingos de Luna

Um bom livro
Em suas mãos
Páginas a folhear
Celulose sem gastar
Meio de comunicação
Depende de sua atuação
Para credibilidade conquistar
É também uma revista
Um canal de uma pista
Nunca vai poder parar
A história nele passa
Depende da argamassa
De volume bem dosado
Pois o olhar do outro lado
Diz se já foi visitado
Ou ainda vai visitar
Não dá para prender
Nem serve para vender
Nem para ser alugado
O seu preço é qualidade
Que depende do leitor
Que estabelece o valor
Do material postado
Nasce no novo mundo
Vive enclausurado
Na tela bem amarrado
Percorre em um segundo
A fronteira do infinito
A força de seu grito
Em horizonte firmado
Conduzindo com intensidade
A fórmula da liberdade
De um universo colado
De TV a 2 de Outubro de 2010 às 18:04
Lindo adorei

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